Após décadas de documentários sobre o fundo do mar e poucos negócios, a canadense IMAX e suas supertelas caíram nas graças de Hollywood…

A história recente da canadense IMAX daria um filme de Hollywood. Na última década, a empresa especializada na exibição de filmes 3D de alta qualidade, projetados em telas de até 36 metros de comprimento por 30 de altura, foi colocada à venda em duas ocasiões. Os negócios não foram fechados — afinal, não havia compradores interessados. Criada em 1971 e especializada em documentários sobre a exploração espacial e a natureza filmados com câmeras Imax, a empresa parecia seguir o roteiro clássico de inovação tecnológica sem nenhum apelo comercial. Até 2008, os prejuízos se repetiam ano após ano. A partir daí, porém, a receita gerada pela bilheteria de seus cinemas triplicou, atingindo quase 600 milhões de dólares, e o valor de suas ações foi multiplicado por 10. A primeira das grandes mudanças que ajudaram a tirar a Imax do buraco aconteceu em 2002. A empresa desenvolveu um processo para converter filmes convencionais, de película 35 milímetros, em 70 milímetros sem perder qualidade, o que aumentou consideravelmente seu catálogo. Mas foi só cinco anos depois que o departamento de pesquisa e desenvolvimento conseguiu dar a notícia que a cúpula da companhia esperava havia anos: a entrada do Imax no mundo digital, com a mesma qualidade da película.
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Como o campeonato Ultimate Fighting Championship, que nasceu com as lutas de vale-tudo, transformou-se numa das marcas esportivas mais valiosas do planeta…

Três minutos e meio e um chute destruidor no queixo do pobre adversário. Foi tudo o que o lutador paulista Anderson Silva, de 35 anos, precisou para se tornar uma celebridade do mundo esportivo na madrugada de 6 de fevereiro.
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Na Crushpad, uma vinícola da Califórnia, os clientes fazem o próprio vinho — decidem que uvas usar, o tempo de fermentação e até o design do rótulo…

Em 2002, o americano Michael Brill derrubou todas as árvores que tinha em sua casa em São Francisco, na Califórnia, e plantou 24 parreiras de pinot noir. No ano seguinte, sem nenhuma experiência prévia, chamou alguns amigos para produzir vinho em sua garagem. “As pessoas paravam na frente da minha casa e perguntavam o que eu estava fazendo e, quando eu respondia, pediam para ajudar”, diz Brill. “Em alguns meses, já tinha mais de 100 pessoas em minha lista de voluntários.”
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Famosa por suas fritas e refrigerantes, a Pepsico encara o desafio de se transformar numa empresa de alimentos saudáveis. E o Brasil tem um papel fundamental nisto…

Durante mais de quatro décadas, a Pepsico, segunda maior fabricante de bebidas do mundo, com receita na casa dos 60 bilhões de dólares, ganhou dinheiro vendendo produtos com tanto valor nutricional quanto um pedaço de isopor. Salgadinhos engordurados e refrigerantes açucarados ajudaram a sustentar um crescimento vigoroso, na casa dos 12% anuais de 2000 para cá. O problema é que o antigo trunfo se converteu em vilão em tempos de preocupação mundial com a obesidade.
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