Aproveitando que nessa semana estou aqui no Panamá, vou falar um pouco sobre a impressionante estrutura do Canal do Panamá, talvez a hidrovia mais importante do mundo, ligando através de 82 km de extensão os oceanos Atlântico e Pacífico.

O canal foi inaugurado em 15 de agosto de 1914 e representou um trunfo estratégico e militar importantíssimo para os Estados Unidos, além de revolucionor os padrões de transporte marítimo na época. Antes de sua construção, a rota mais rápida para se viajar de barco de Nova York à Califórnia era pelo Cabo Horn, no sul da América do Sul, uma rota longa e perigosa. Desde sua inauguração, mais de 920 mil viagens foram completadas, com tempo médio de trânsito de 9 horas.
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*”Salto de pára-quedas é uma das experiências “encaixotadas” pelas empresas do ramo. Um vôo de caça na Rússia, um passeio de Ferrari na Itália ou uma viagem ao espaço – que tal embrulhar uma destas experiências inesquecíveis para presente e entregá-la a um ente querido ou um cliente especial? É com esta proposta que as empresas que vendem experiências estão conquistando o consumidor brasileiro.

Já maduro em países europeus e nos Estados Unidos, o mercado começa a decolar no Brasil. As primeiras empresas a desbravar o setor se concentraram na venda de pacotes de experiências para clientes corporativos, que os ofertam a funcionários como forma de incentivo ou a seus próprios clientes, como estratégia de fidelização.
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Aproveitando que nessa semana estou aqui em Lima no Peru, gostaria de citar um exemplo de influência cultural no Marketing, principalmente para reforçar a necessidade de avaliar sempre as forças do macro ambiente nos planos de marketing que desenvolvemos por aí…

A Inca Kola, também conhecida como Inca Cola ou Golden Kola, é literalmente a paixão nacional no Peru. Um refrigerante de cor amarelo-ouro, formulado a partir da lúcia-lima do Peru. A empresa já foi 100% peruana, mas agora 49% dela faz parte da The Coca-Cola Company.
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*”Para os funcionárIos do departamento de marketing da Unilever no Brasil encarregados da estratégia da marca Seda, junho foi um mês particularmente online. Mais do que atualizar suas páginas pessoais no Twitter ou no Facebook (algo encorajado pela empresa), eles estavam atrás do mesmo objetivo: encontrar mulheres insatisfeitas com seus cabelos.

Toda vez que deparavam com uma reclamação — fosse sobre fios rebeldes ou cachos sem brilho, verdadeiras catástrofes no universo feminino —, acionavam a agência de publicidade F.biz, que coordena as ações digitais da marca, para oferecer à potencial consumidora amostras grátis de xampus e condicionadores da linha Seda. Durante quatro meses, 770 000 mulheres receberam produtos em casa.
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