Hoje vamos falar sobre a importância da Inteligência Emocional nas organizações. As empresas cada vez mais estão investindo em treinamentos comportamentais para desenvolver o chamado Q.E. (quoeficiente emocional) dos funcionários, entendendo que o Q.I. (quoeficiente intelectual) já não é mais fator decisivo de qualificação.
Para ilustrar melhor esse assunto vou relatar uma história de uma menina de cinco anos que certo dia estava em casa com seu pai e queria muito brincar. Com trabalho para terminar, seu pai não sabia mais o que dizer, até que viu uma revista sobre a mesa e teve uma brilhante idéia…

…recortou uma das páginas em vários pedaços pequenos e pediu que sua filha montasse (como se fosse um quebra-cabeça). Como a imagem era a de um mapa mundi, deduziu que ela levaria pelo menos uma hora para terminar e seria tempo suficiente para finalizar seu trabalho e então ficar disponível para sua filha. (mais…)
Hoje vou publicar um post sobre um assunto muito importante e que muitas vezes não damos a devida atenção: previdência. E para falar sobre o assunto nada melhor do que transcrever um artigo de um dos maiores especialistas do assunto no Brasil, Renato Follador. Confira abaixo:
“A distorção da previdência brasileira reside em permitir que a pessoa possa receber aposentadoria pelo mesmo ou por mais tempo do que ela contribuiu para o sistema. Os que mais recebem vivem aposentados por mais de 30 anos.
Vinte e quatro milhões de brasileiros vivem de aposentadorias, pensões e auxílios temporários. A despesa anual, que representa astronômicos 30% do gasto público, chegou a R$ 228,1 bilhões em 2009. O problema é que a receita das contribuições previdenciárias atingiram apenas R$ 184,5 bilhões. A conta final é um saldo negativo de R$ 43,6 bilhões. Esse rombo não para de crescer há dez anos e sempre é coberto pelo Tesouro Nacional.
Mesmo assim, o Brasil é um dos poucos paises que não avançaram na reforma da sua Previdência Social. De ajustes em ajustes travestidos de reforma empurrou-se o problema com a barriga. Afinal, aqui não dá voto falar a verdade.

Apesar da letargia da previdência oficial, temos um sistema de previdência privada complementar bastante sofisticado e consolidado. O paradoxo é que geralmente ocorre o contrário: faz-se a reforma no regime público primeiro para estruturar e estimular o privado depois. (mais…)
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Essa parece uma pergunta óbvia, mas será que só existe uma resposta? E se eu disser que já vi uma pessoa pagar R$ 5,00 por uma moeda de R$ 0,50, você acredita? Então aí vai mais uma incrível história que presenciei…

Certa vez um grande amigo meu, palestrante há mais de 10 anos, após lançar o seu livro sobre Vendas, iniciou uma série de palestras por todo o Brasil. Foi uma verdadeira maratona que chegou ao limite de em um único dia ter agendado uma apresentação num hospital no Rio de Janeiro no período da manhã, numa empresa em São Paulo a tarde e numa faculdade em Campinas a noite. (mais…)
Mais do que simplesmente ensinar, é preciso saber educar. Acredito que essa frase expresse o sentimento do autor Augusto José Cury quando escreveu essa obra literária.
A comparação entre o papel de pai (mãe) e professor foi muito feliz principalmente porque em ambos os casos o melhor resultado só é possível se existir uma parcela de amor pelos filhos e alunos respectivamente.

Hoje, nós professores, muitas vezes nos deparamos com a busca excessiva pelo aperfeiçoamento técnico do processo, ou seja, procurar ser o melhor naquilo que se está ensinando, mestre, doutor, PHD, quanto maior o título mais renome terá junto aos alunos e instituições de ensino. Mas será que alguém já parou pra pensar se o comportamento está de acordo com a qualificação técnica? (mais…)
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